E longe da namorada
o cabra fica pensando
A saudade aumentando
Numa angústia danada
Olha pra foto guardada
Mostrando um beijo quente
Fica sozinho e carente
Com o retrato na mão
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
==========
ja amei e fui amado
mulheres tive demais
roubei filhas de seus pais
por ser bem apessoado
namorei e fui namorado
hoje em dia estou carente
de amor vivo doente
não arranjo nem canhão
como doi a solidao
no meio de tanta gente
===========
Assim vai passando o dia
Lembrando do seu passado,
Onde vivia acompanhado
de amizade e alegria,
o que fez, o que faria,
tomar whisky ou aguardente,
mentir que é o mais valente
e sorrir da discussão,
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
==========
Essa dor é camuflada
Roendo dentro da gente
Maltrata qualquer vivente
Mas não posso fazer nada
Só pensando na danada
Que dela sou dependente
Vivo desde adolescente
Sofrendo nesta aflição
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
3 poemas
http://www.4shared.com/file/57196939/62ba8c7f/3_poemas.html?dirPwdVerified=44ca76e
1. A loucura
Declama: Louro Branco
2. A tinta branca dos anos
Autor: Dedé Monteiro
Declama: João Bernardes
3. Não conheço esquerdista que não mude
Quando pega nas rédeas do poder
Autor: Ivanildo Vilanova
Canta: Ivanildo Vilanova
Numa troca de olhar apaixonado Nascem muitas promessas de amor
Certo dia eu ia em uma esquina
E uma moça bonita me olhou
Meu olhar com o dela se encontrou
E eu falei de namoro pra menina
Uma moça corada e muito fina
Comparei com o anjo do Senhor
E depois que senti o seu calor
Percebi que stava dominado
Numa troca de olhar apaixonado
Nascem muitas promessas de amor
(Raimundo Adriano)
E uma moça bonita me olhou
Meu olhar com o dela se encontrou
E eu falei de namoro pra menina
Uma moça corada e muito fina
Comparei com o anjo do Senhor
E depois que senti o seu calor
Percebi que stava dominado
Numa troca de olhar apaixonado
Nascem muitas promessas de amor
(Raimundo Adriano)
João-de-Barro engenheiro Que a natureza formou
Por ser muito experiente
Pra ver se o inverno é fraco
Faz a entrada do barraco
Virada para o nascente
Ou então para o poente
Se no plano se enganou
Quando se certificou
Que vai cair aguaceiro
João-de-Barro engenheiro
Que a natureza formou
(Zé Martins)
Pra ver se o inverno é fraco
Faz a entrada do barraco
Virada para o nascente
Ou então para o poente
Se no plano se enganou
Quando se certificou
Que vai cair aguaceiro
João-de-Barro engenheiro
Que a natureza formou
(Zé Martins)
Nada mais deixa um homem revoltado Do que ver a família sem comer (Edvaldo Zuzu e Severino Dionízio)
Vai morar no sopé duma montanha
Vai pedir, mas pra dar não há empenho
"Me perdoe", "dou depois" e "nada tenho"
As três frases melhores que ele ganha
Quando é no período de campanha
Só se vê candidato aparecer
Prometendo querendo se eleger
E quando ganha se esquece do coitado
Nada mais deixa um homem revoltado
Do que ver a família sem comer
(Edvaldo Zuzu)
Vai pedir, mas pra dar não há empenho
"Me perdoe", "dou depois" e "nada tenho"
As três frases melhores que ele ganha
Quando é no período de campanha
Só se vê candidato aparecer
Prometendo querendo se eleger
E quando ganha se esquece do coitado
Nada mais deixa um homem revoltado
Do que ver a família sem comer
(Edvaldo Zuzu)
Desperta o vaqueiro ouvindo O canto da passarada (Zé Viola e Enevaldo Hipólito)
Acorda de manhã cedo
Arruma peia e cachilhos
Ordenando os seus filhos
Revelando algum segredo
Pisa salsa e pé de bredo
Da passeio na aguada
E a mãe pra filharada
Vai um cuzcuz repartindo
Desperta o vaqueiro ouvindo
O canto da passarada
(Zé Viola)
Arruma peia e cachilhos
Ordenando os seus filhos
Revelando algum segredo
Pisa salsa e pé de bredo
Da passeio na aguada
E a mãe pra filharada
Vai um cuzcuz repartindo
Desperta o vaqueiro ouvindo
O canto da passarada
(Zé Viola)
Ivanildo Vilanova e Zé Cardoso
Louro Branco e Zé Cardoso
.
1. Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
Rapaz que tem companheira
Não leva Salve Rainha
Mas leva uma camisinha
Escondida na carteira
Tira a roupa da parceira
Mama chega o peito esfria
Chupa na língua macia
Como quem chupa confeito
Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
(Louro Branco)
Vi um casal na calçada
Ela com ele abraçado
Ele na boca colado
Ela na língua enganchada
Uma velha admirada
Dizia: "Vixe Maria!"
E com tristeza dizia:
"Eu nunca fiz desse jeito"
Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
(Zé Cardoso)
.
1. Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
Rapaz que tem companheira
Não leva Salve Rainha
Mas leva uma camisinha
Escondida na carteira
Tira a roupa da parceira
Mama chega o peito esfria
Chupa na língua macia
Como quem chupa confeito
Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
(Louro Branco)
Vi um casal na calçada
Ela com ele abraçado
Ele na boca colado
Ela na língua enganchada
Uma velha admirada
Dizia: "Vixe Maria!"
E com tristeza dizia:
"Eu nunca fiz desse jeito"
Não existe mais respeito
Nos namoros de hoje em dia
(Zé Cardoso)
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