1. A virada do milênio
Pedro Bandeira e Francisco de Assis
Que os poetas populares
Tenham versos na memória
Que os inquilinos da Terra
Subam ao pódio da glória
Que ninguém tenha complexo
E o comércio do sexo
Saia das páginas da história
(Pedro Bandeira)
2. Paraíba pequenina
Sempre grande na cultura
Daudeth Bandeira e João Paraibano
Paraíba pequenina
Só geograficamente
Mas é extremo oriente
Da nossa América Latina
A chamaram masculina
Por ser forte brava e pura
Mas pra mim tem a brandura
Da deusa mais feminina
Paraíba pequenina
Sempre grande na cultura
(Daudeth Bandeira)
http://www.4shared.com/file/56294679/8760bfd7/Daudeth_Bandeira_e_Pedro_Bandeira.html
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Cancão
Um rapaz embriagado
Entrou num salão de dança
Sem nenhuma segurança
Pendendo pra todo lado
O rosto todo melado
De óleo, terra e carvão
Fez um rabo de cordão
Parecia o satanás
Quer ver o que o ébrio faz
Não beba, preste atenção
Manoel Filó
Eu acho que não convém
Falar de quem bebe porre
Porque se quem bebe morre
Sem beber morre também
Apenas quem bebe tem
Suas artérias normais
Trata das fossas nasais
Controla o metabolismo
Cachaça no organismo
É necessário demais
Do livro As Curvas do Meu Caminho, de Manoel Filó, Editora e Gráfica Franciscana, Petrolina-PE, 2004.
Entrou num salão de dança
Sem nenhuma segurança
Pendendo pra todo lado
O rosto todo melado
De óleo, terra e carvão
Fez um rabo de cordão
Parecia o satanás
Quer ver o que o ébrio faz
Não beba, preste atenção
Manoel Filó
Eu acho que não convém
Falar de quem bebe porre
Porque se quem bebe morre
Sem beber morre também
Apenas quem bebe tem
Suas artérias normais
Trata das fossas nasais
Controla o metabolismo
Cachaça no organismo
É necessário demais
Do livro As Curvas do Meu Caminho, de Manoel Filó, Editora e Gráfica Franciscana, Petrolina-PE, 2004.
Desafios com Zé Cardoso
Cantador pra cantar na minha frente
Deus não faz, nunca fez, nem vai fazer
Pra topar o "terror riograndense"
Zé Viola talvez que não aceite
Moacir diga não, Valdir enjeite
Se Geraldo souber talvez dispense
Vilanova sabendo que não vence
Chega a carta, ele abre e não quer ler
Louro Branco com medo de perder
A desculpa é "não vou porque sou crente"
Cantador pra cantar na minha frente
Deus não faz, nunca fez, nem vai fazer
(Zé Cardoso)
http://www.4shared.com/file/56866168/65f1d4b9/desafios_ze_cardoso.html
Deus não faz, nunca fez, nem vai fazer
Pra topar o "terror riograndense"
Zé Viola talvez que não aceite
Moacir diga não, Valdir enjeite
Se Geraldo souber talvez dispense
Vilanova sabendo que não vence
Chega a carta, ele abre e não quer ler
Louro Branco com medo de perder
A desculpa é "não vou porque sou crente"
Cantador pra cantar na minha frente
Deus não faz, nunca fez, nem vai fazer
(Zé Cardoso)
http://www.4shared.com/file/56866168/65f1d4b9/desafios_ze_cardoso.html
MOTE: Como dói a solidão No meio de tanta gente.
E longe da namorada
o cabra fica pensando
A saudade aumentando
Numa angústia danada
Olha pra foto guardada
Mostrando um beijo quente
Fica sozinho e carente
Com o retrato na mão
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
==========
ja amei e fui amado
mulheres tive demais
roubei filhas de seus pais
por ser bem apessoado
namorei e fui namorado
hoje em dia estou carente
de amor vivo doente
não arranjo nem canhão
como doi a solidao
no meio de tanta gente
===========
Assim vai passando o dia
Lembrando do seu passado,
Onde vivia acompanhado
de amizade e alegria,
o que fez, o que faria,
tomar whisky ou aguardente,
mentir que é o mais valente
e sorrir da discussão,
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
==========
Essa dor é camuflada
Roendo dentro da gente
Maltrata qualquer vivente
Mas não posso fazer nada
Só pensando na danada
Que dela sou dependente
Vivo desde adolescente
Sofrendo nesta aflição
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
========
o cabra fica pensando
A saudade aumentando
Numa angústia danada
Olha pra foto guardada
Mostrando um beijo quente
Fica sozinho e carente
Com o retrato na mão
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
==========
ja amei e fui amado
mulheres tive demais
roubei filhas de seus pais
por ser bem apessoado
namorei e fui namorado
hoje em dia estou carente
de amor vivo doente
não arranjo nem canhão
como doi a solidao
no meio de tanta gente
===========
Assim vai passando o dia
Lembrando do seu passado,
Onde vivia acompanhado
de amizade e alegria,
o que fez, o que faria,
tomar whisky ou aguardente,
mentir que é o mais valente
e sorrir da discussão,
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
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Essa dor é camuflada
Roendo dentro da gente
Maltrata qualquer vivente
Mas não posso fazer nada
Só pensando na danada
Que dela sou dependente
Vivo desde adolescente
Sofrendo nesta aflição
Como dói a solidão
No meio de tanta gente.
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3 poemas
http://www.4shared.com/file/57196939/62ba8c7f/3_poemas.html?dirPwdVerified=44ca76e
1. A loucura
Declama: Louro Branco
2. A tinta branca dos anos
Autor: Dedé Monteiro
Declama: João Bernardes
3. Não conheço esquerdista que não mude
Quando pega nas rédeas do poder
Autor: Ivanildo Vilanova
Canta: Ivanildo Vilanova
Numa troca de olhar apaixonado Nascem muitas promessas de amor
Certo dia eu ia em uma esquina
E uma moça bonita me olhou
Meu olhar com o dela se encontrou
E eu falei de namoro pra menina
Uma moça corada e muito fina
Comparei com o anjo do Senhor
E depois que senti o seu calor
Percebi que stava dominado
Numa troca de olhar apaixonado
Nascem muitas promessas de amor
(Raimundo Adriano)
E uma moça bonita me olhou
Meu olhar com o dela se encontrou
E eu falei de namoro pra menina
Uma moça corada e muito fina
Comparei com o anjo do Senhor
E depois que senti o seu calor
Percebi que stava dominado
Numa troca de olhar apaixonado
Nascem muitas promessas de amor
(Raimundo Adriano)
João-de-Barro engenheiro Que a natureza formou
Por ser muito experiente
Pra ver se o inverno é fraco
Faz a entrada do barraco
Virada para o nascente
Ou então para o poente
Se no plano se enganou
Quando se certificou
Que vai cair aguaceiro
João-de-Barro engenheiro
Que a natureza formou
(Zé Martins)
Pra ver se o inverno é fraco
Faz a entrada do barraco
Virada para o nascente
Ou então para o poente
Se no plano se enganou
Quando se certificou
Que vai cair aguaceiro
João-de-Barro engenheiro
Que a natureza formou
(Zé Martins)
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